PROJETO NOVOS OLHARES MAI-JUN/2021 5/7

Eixo de mobilidade RMS- Portal 7

Universidade de Sorocaba – Sorocaba/SP

Além apenas do transporte, o eixo de mobilidade RMS (região metropolitana de Sorocaba) busca através da conexão, potencializar as qualidades individuais das cidades pertencentes a ela, criando um vínculo intermunicipal e aproximando seus pontos de interesse como empregos, educação, saúde e lazer.

Vista da estação, mostra sua área de chegada de ônibus intermunicipais, circulação de pedestres, voltada para a avenida Cel.Eugênio Mota, principal avenida da cidade, para onde estão voltadas as áreas de comércio e atendimento, agindo como uma continuação da própria avenida dentro da estação.

 

Tendo como conceito a conexão, o plano de mobilidade e o projeto se propõe à ligar a cidade de Boituva, autossuficiente em saúde, educação básica um polo de empregos na área industrial, às diferentes cidades da região metropolitana de Sorocaba, através de ônibus intermunicipais além da revitalização e utilização da linha férrea para transporte de passageiros, dividindo agora o protagonismo com o transporte rodoviário.

 

Planejamento de mobilidade visando as melhorias necessárias para a mobilidade urbana da cidade e sua conexão com as cidades da Região metropolitana de Sorocaba.

 

Ligar as diferentes regiões da cidade entre si, com a utilização de micro-ônibus, tendo a real compreensão das escalas de atendimento para o transporte municipal.

 

A estação tem sua setorização desenvolvida a partir do grande vazio no centro, a praça coberta que vem para distribuir e organizar os programas presentes na estação, criando um distanciamento suficiente entre os modais além de espaços de circulação fluidos evitando assim congestionamento.

 

Adequação nos passeios para os pedestres além de ciclovias adequadas realizando a ligação entre os pontos de importância da cidade, tendo como ponto de convergência a estação central Portal 7, que por sua vez, cumpre um papel maior do que a conexão apenas entre modais, entre lugares, pois age também como um ponto de conexão entre os usuários, um ponto de conexão entre pessoas.

 

O segundo nível surge como a solução para a transposição da linha férrea em segurança por parte dos pedestres, através das passarelas, além de criar uma área de convívio social, contando com restaurantes e cafés, além da parte administrativa da estação numa área menos movimentada.

 

Vista a partir da rampa central da estação para os restaurantes do segundo nível, a cobertura em estrutura metálica e os quiosques do térreo.

 

Autor:
Alecsander Alves de Souza

 

Orientação:
Tiago da Guia Oliveira

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